Têndências do mercado Publicitário  escrito em terça 19 fevereiro 2008 12:52

O que o Campus Party tem a ver com a publicidade

13 de fevereiro de 2008, 17:06

O sucesso do Campus Party, trazido da Espanha para o Brasil, mostra a força do público online no Brasil e só confirma as perspectivas de crescimento e profissionalização da publicidade interativa.

Por Dominic de Souza

Não é de hoje que as manchetes dos jornais apontam para um surpreendente e invejável crescimento da internet no mundo e com ela os investimentos em publicidade online. Pesquisas do grupo de mídia Zenith Optimedia estimam que, neste ano, o mercado represente 10% dos 495 bilhões de dólares gastos no mundo todo com anúncios que ainda vigoram em jornais, revistas e televisão.

No Brasil, o fenômeno se repete e, mais do que manchete, é possível acompanhar os fatos na vida real. Nesse momento, todo o mundo volta os olhos para o Campus Party, evento que integra a comunidade da internet, tecnologia e comunicação e que acontece pela 11ª vez com um grande diferencial: deixou a Espanha para ser realizado pela primeira vez no Brasil, em São Paulo, no Ibirapuera. A estréia foi fantástica, com mais de 3 mil pessoas acampadas, vindas de vários lugares do planeta.

Por que o Brasil? Simplesmente porque os experts mundiais da internet sabem do crescimento do uso da rede no país, principalmente com o advento dos jogos que conquistam brasileiros de todas as idades e sexos, e acreditam numa expansão ainda maior que com certeza tende a render bons negócios.

De acordo com a Park Associates, empresa especializada em mercado digital, o investimento publicitário só em games em todo o mundo deve saltar de 370 milhões de dólares para cerca de dois bilhões de dólares até 2012. E é claro que o Brasil faz parte desse cenário.

Anunciantes querem investir, mas veteranos da mídia estão no mínimo preocupados quando à expectativa dessa aposta por vários fatores. Porém, um dos mais importantes é a qualidade da operação. Hoje, toda e qualquer campanha criada na mídia por uma agência é veiculada nos principais sites de interesse do cliente e a operação do processo para “fazer subir” a campanha no tempo exato das outras mídias do plano como TV, rádio e sampling é um grande desafio.

Até hoje, esse trabalho tem sido feito, no geral, pelos próprios departamentos de marketing dos principais portais de conteúdo, mas sempre houve uma demanda por um serviço mais profissional nesse ponto.

Afinal, o “core business” desses sites não é exatamente operacionalizar campanhas que, cada vez mais, aliás, ganham novos formatos, ousam nos padrões, abusam do uso dos sons, da criatividade, do movimento na tela. Novidades que nada mais nada menos juntam as características de outras mídias com o melhor da internet: a interação. Um novo modelo da publicidade online para o qual se deu o nome de “rich media”.

Além dessa questão, o cliente que faz esse tipo de investimento cobra o retorno com o objetivo de ter a certeza de que a decisão fez sentido. Mais um desafio aos provedores de conteúdo, pois tais métricas não são lá suas especialidades. Em resumo, temos os clientes, temos os portais e uma necessidade de um fornecedor para esse serviço de operação com mais experiência, que ajude a retirar o peso da tarefa dos provedores de conteúdo e os ajude a manter o foco dos seus negócios.

É preciso demonstrar resultados com precisão, qualificar e segmentar os públicos-alvos com destreza, entender o formato de campanha que atenda ao que o cliente deseja e ao que a agência criou de forma rápida, segura e eficaz pelo simples domínio das tecnologias. E, principalmente, garantia do serviço e do retorno do investimento.

Então, a hora é agora. Quem já tinha na internet um parceiro para negócios, tem os motivos redobrados para continuar a investir. Para quem estava em dúvida sobre investir ou não em mídia online por conta da incerteza dos resultados a serem obtidos, não há mais dificuldade. Basta saber se está disposto a ganhar mais. [Webinsider]

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Sobre o autor

Dominic de Souza é Country Manager da DQ&A, multinacional holandesa especializada em adoperating.

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Obama 2.0 – a política e a convergência  escrito em quarta 13 fevereiro 2008 14:32

Será que ainda há quem não conheça Barack Obama? As prévias das eleições dos EUA tem sido destaque constante da mídia e Obama parece ter sido escolhido da mídia nacional. O sujeito virou a pauta do momento e aparece constantemente em jornais, portais, blogs e etc. Há alguns dias havia lido uma matéria de Carlos Castilho no Observatório da Imprensa sobre a utilização de blogs nas previas da eleições do EUA, mas acabei não me aprofundando muito no assunto. Hoje ao entrar no site Websinder me deparei com uma matéria muito legal sobre a utilização dos recursos da web 2.0 pelo candidato Barack Obama. Como poderão ver abaixo uma das estratégias de marketing de Obama é trabalhar com os recursos da WEB 2.0 e com a convergência das mídias. Ao que parece tem dado certo, acompanhem a matéria abaixo.

 

Barack Obama é exemplo de político 2.0

11 de fevereiro de 2008, 18:19

Mais que um bom susto em Hillary Clinton, o pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos criou uma onda que tem tudo para fazer diferença nas estratégias de marketing político.

Por Moriael Paiva

A eleição americana nunca foi tão imprevisível como a atual. Ninguém ainda pode apostar no nome que vencerá as prévias que definem os candidatos oficiais de Democratas e Republicanos. Mas um fato já merece destaque: a competente “campanha 2.0” realizada pelo pré-candidato Barack Obama.

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Se a eleição fosse online, certamente o senador negro, que tem dado muito trabalho para a ex-primeira dama Hillary Clinton, já estaria eleito.

É bem verdade que nos EUA o uso da internet em campanhas não é nenhuma novidade. Tudo começou por lá. A própria Hillary tem usado bem a web, mas pegou o ritmo quando a campanha de Obama já estava lá na frente. A diferença está no uso de recursos da web 2.0 como faz o time de Obama, o que está muito além de manter um blog no ar. E o timing é perfeito, no momento em que os internautas do mundo inteiro já estão mais escolados com a web e clamam por interatividade.

Para estudar o caso mais de perto, me cadastrei na campanha há quase um ano. A constatação desde o início é que Barack Obama se utiliza da rede com uma desenvoltura que deixaria no chinelo empresas que se acham “digitalizadas”.

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Desde o início recebo com freqüência e-mails, convites, pedidos de ajuda financeira, vídeos, material de campanha, entre outras tantas mensagens do próprio candidato. Tenho até meu blog de apoio, criado num Dashboard onde qualquer um pode personalizar sua participação em uma série de atividades pró Barack, de eventos a ambientes de discussões segmentados para latinos, crianças, veteranos, entre outros.

Eu juro que até tentei achar algo pra dizer que falta. Sem sucesso. Doação online, site personalizável, loja virtual, dezenas de comunidades segmentadas, espaço para debates online, site mobile, BarackTV e as demais funcionalidades mais comuns – notícias, newsletters, etc. Check.

obama_003.jpg E se a conversa descambar para o papo do momento - convergência de mídias, integração on/off - lá está a campanha de Barack Obama. E ele demonstrou que está alinhado com a tendência recentemente num de seus comícios (ao vivo, não virtual) no Central Park em Nova York.

No ponto alto do evento, depois de um discurso empolgante, Barack convocou os presentes a se juntarem à campanha. Como? Resumindo a história, gritou em alto e bom som algo como “peguem seus celulares agora, digitem “Join” e enviem o SMS para o número X”. Done. Isso foi o bastante para que os presentes se conectassem à campanha através do mais “íntimo” dos seus aparelhos. E foi também o adeus definitivo às velhinhas voluntárias que recolhem assinaturas no bom e velho papel, ao lado do palanque.

O resultado de tudo isso não poderia ser diferente. Com essa campanha 2.0, Barack Obama conquistou um verdadeiro exército de eleitores jovens, todos empolgados em militar a favor de sua moderna campanha. Não vou entrar no mérito do conteúdo, mas a forma é realmente uma mudança que pode influenciar as próximas campanhas. Dentro e fora dos Estados Unidos.

E no Brasil?

E o Brasil, onde entra nessa? Hoje temos quase 40 milhões de eleitores internautas e o uso só cresce, junto com a participação dos usuários na criação de blogs, envolvimento em comunidade, entre outras atividades online. O Brasil é recordista mundial em tempo médio de conexão, à frente de Japão e dos Estados Unidos. Além do que, temos mais de 120 milhões de celulares ativos que dispõem de, no mínimo, recursos de SMS.

O que falta mudar e o que precisamos pra assistir à campanhas como a de Obama? A resposta na minha opinião é simples: Políticos como Barack Obama. Gente que deixe de lado as velhas idéias e entenda de uma vez por todas que a internet não é apenas complemento de mídia e que campanha online não se resume a um site com a “foto bem grande” e o disparo de e-mails utilizando bases compradas por aí.

Infelizmente esse ainda é o pensamento da maioria dos políticos brasileiros. E pior, é também o pensamento de alguns profissionais de marketing político que também desconhecem o meio. Como um que antes de perder a última eleição presidencial disse que a “internet era muito limitada, coisa de classe AB”.

Deve ter esquecido que os mais de 40 milhões de internautas brasileiros com mais de 18 anos têm que votar também, sejam da classe A, B, C ou X. E por isso mesmo, ele deve ter se concentrado apenas nos meios tradicionais. O que algum assessor mais antenado deveria ter lhe contado é que o consumo de TV e outras mídias tradicionais vem perdendo espaço no dia-a-dia das pessoas. E justamente para a internet.

Para não ser injusto, já vimos alguns avanços por aqui. Já participei de campanhas onde os marqueteiros-chefes concordaram com a maioria das idéias. E davam apoio para tocar pra frente algumas ações, mesmo quando estava estampado na cara deles a desconfiança e o medo da decisão que acabaram de tomar.

Vejam, não estou aqui defendendo uma campanha 100% online. É óbvio que tudo depende do lugar, do público e do candidato. Mas defendo sim que em muitos casos, uma campanha online bem feita pode fazer total diferença e ser o carro chefe das ações de marketing. Pode ser mídia principal e é a única que pode ser participativa como pede uma campanha com conteúdo e propostas de valor. E isso não é coisa dos “meninos lá da internet” não.

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A realidade é que a cada dia mais pessoas passam a maior parte do dia conectadas, assistem mais vídeos online como os do Youtube, usam mais redes sociais como o Orkut e o Facebook, lêem mais blogs e sites de notícias que revistas de papel. Concorrentes de peso para os nada populares programas políticos obrigatórios na TV.

Fica aí minha contribuição para pensarmos um pouco mais sobre isso. E até a minha torcida para ver o inovador Barack Obama eleito. Quem sabe ele não se torna também o primeiro Presidente 2.0 da história. [Webinsider]

Veja mais:

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Neuromarketing  escrito em quarta 13 fevereiro 2008 12:41

A matéria abaixo foi extraída do portal da Meio&Mensagem e confesso que me chamou atenção, pois nunca havia ouvido falar "neste tal neuromarketing". Achei a iniciativa interessante e ao mesmo tempo um pouco assustadora. Não sei se devereia estar assustado ou como profissional da comunicação, comemorar os avanços de pesquisas que buscam ao máximo a eficácia da comunicação. Francamente não sei que sentimento que me vem: se algo do tipo "Amo muito tudo isso" como colcado pelo leitor Jonas Felipe ou se "Vão chegar logo logo no chip instalado ao nascer." como comenta o leitor Wagner Borges. 

 

Nielsen investe em neuromarketing

Aliança com a NeuroFocus visa o desenvolvimento de técnicas de mensuração da atividade cerebral que aumentam a eficácia das ações de propaganda e marketing

Cibele Santos

08/02 - 19:09

A gigante da mensuração de audiências The Nielsen Company anunciou na quinta-feira 7 um investimento de valor não revelado na empresa NeuroFocus, especialista na aplicação de pesquisas de neuromarketing às áreas de propaganda, programação e desenvolvimento de embalagens e produtos. Segundo a Nielsen, o seu chefe-executivo, David Calhoun, integrará o conselho diretor da NeuroFocus "para ajudar no desenvolvimento de novas formas de mensuração e métricas baseadas nos mais avançados recursos da neurociência".

Sediada em Berkeley, Califórnia, a NeuroFocus usa pesquisas das universidades UC Berkeley, Harvard e MIT para mensurar ondas cerebrais, movimentos dos olhos e condutividade da pele de consumidores, de forma a aumentar a eficácia das ações de propaganda e marketing. As reações do cérebro humano a uma ampla variedade de estímulos são avaliadas por meio de eletroencefalograma e um "boné de baseball especialmente desenhado", equipado com sensores que monitoram as reações do cérebro com freqüência de duas mil vezes por segundo e permitem determinar, instantaneamente e com grande precisão, as partes da mensagem que atraem a atenção, o grau de engajamento emocional, e o que realmente é memorizado.

"A Nielsen e a NeuroFocus estão juntando as forças para, inicialmente, desenvolver produtos, serviços e métricas a clientes dos setores de produtos embalados de consumo, televisão, cinema e mídias emergentes. Ao mesmo tempo, a Nielsen integrará as técnicas da NeuroFocus aos seus serviços atuais para melhor compreender os elementos de um engajamento bem sucedido com o consumidor", disse o comunicado, acrescentando que os clientes da NeuroFocus incluem grandes empresas de produtos embalados de consumo, alimentos, bebidas, serviços financeiros, montadoras e varejistas, além das maiores da indústria de cinema e TV.

 

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Nielsen_investe_em_neuromarketing#ULTIMAS_NAVEGACAO

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"A curiosidade matou o gato. E salvou o Publicitário"  escrito em sexta 08 fevereiro 2008 11:41

Blog de essebichopublicidade :Esse bicho Publicidade, 'A curiosidade matou o gato. E salvou o Publicitário'

Bons textos devem ser sempre divulgados. Vejam o texto que encontrei no site Webisinder. Aproveitem as dicas.

  

Nunca se sabe quando o conhecimento e determinadas informações serão necessárias para criar um case de sucesso. Por isso é vital estar sempre bem preparado. Entenda. Saia da curva.

Por Gustavo Pereira

Acredito que dos cinco sentidos essenciais a um publicitário digital, a curiosidade deva ser o mais aguçado. Vivemos em um mundo digital com uma produção diária de conteúdo que supera qualquer jornal de grande porte e precisamos estar antenados a tudo.

Manter-se bem informado é uma meta diária. Você precisa saber o que se passa nas agências de publicidade online, saber quais empresas lançam novos produtos e principalmente que novas tecnologias de comunicação virão revolucionar nossas vidas.

Não se iluda em achar que assinar 300 blogs e newsletters vai ajudar. Uma leitura delicada e investigativa deve ser feita. Faça uma verdadeira garimpagem por textos e comentários para escolher os melhores conteúdos.

Direciono em particular estas recomendações aos atendimentos. É importante que percebam a necessidade de se manterem munidos de informação fresca e relevante. Ser curioso para um atendimento é vital, procure respostas para o “porque”, “para que”, “quando”, “como” e “onde” seu cliente deva atuar.

O mais interessante disso tudo é que nunca se sabe quando o conhecimento e informações serão necessárias para criar um case de sucesso, por isso é vital estar sempre bem preparado!

É preciso entender a pertinência dos fatos que rondam o mercado dos seus clientes. Investigue o histórico de informações, bancos de dados, suas ações de relacionamento e resultados. Aprenda com os números que a internet tão generosamente nos concede. Recicle conceitos, teorias e aprenda com o dia-a-dia.

Perceba o que há de sutil no comportamento das pessoas. Supere o comum, agrupando ferramentas de colaboração online (mashups), provoque novas oportunidades e quebre barreiras engessadas.

Entenda, colabore, traga boas idéias. Sai da curva.

Vou sugerir abaixo algumas tarefas para despertar sua curiosidade:

  • desvendar os limites de recursos do Flash;
  • aprender html básico para dar valor ao tableless;
  • diferenciar programação ASP de PHP;
  • ter noções básicas de configuração de servidor;
  • tentar entender o processo de criação do redator;
  • e, por fim, como seu diretor faz as propostas comerciais.

Comece respondendo a si mesmo estas questões e veja como suas opiniões serão muito mais pertinentes aos clientes. Enfim, se a curiosidade matou o gato, para o publicitário ela não engorda e faz crescer muito profissionalmente. Seja curioso. [Webinsider]

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Sobre o autor

Gustavo Pereira (gustavo@clique-se.com.br) é publicitário, consultor de marketing online e mantém o blog Clique-se

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Campanha Honda  escrito em sexta 01 fevereiro 2008 13:37

Blog de essebichopublicidade :Esse bicho Publicidade, Campanha Honda

 Veja a matéria sobre o novo anúncio da Honda divulgada no site do CCSP. Visualmente não vi nada de estraordinário, mas achei os títulos muito bons. 

Quatro vezes seguidas eleito o carro com os proprietários mais satisfeitos do Brasil pela revista Quatro  Rodas, o Honda Fit ganha nova versão.

Trata-se do Honda Fit 1.5 S, modelo mais esportivo, que chega ao mercado com novos spoilers laterais, grade frontal e pára-choque  traseiro, em série limitada de apenas mil unidades.

Para comunicar o lançamento, a montadora investe em campanha criada pela Fischer  América, com anúncios de página dupla em revistas, mídia exterior, spots para rádio e material para ponto-de-venda.

A divulgação contará também com ações na internet, criadas pela BG Interativa, agência de marketing  digital do Grupo Totalcom.

As peças exploram o orgulho que têm os proprietários do Honda Fit e apresentam o carro em uma redoma de vidro, sob os seguintes títulos: Em exposição nas garagens mais felizes da cidade e Toda rua deveria ter duas mãos para poder aplaudir.

Criação de Rafael Merel e Marcelo Fedrizzi, com direção de Flávio Casarotti.

Veiculação nacional, até o início de abril.

Fonte: www.ccsp.com.br
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